MARCAS DE ENSAIADORES E OURIVES DA PRATA
PORTUGAL SÉCULOS XV A SÉCULO XX
Fernando Moitinho de Almeida iniciou em 1966, a recolha de decalques em papel de estanho de marcas de pratas
portuguesa e brasileiras, dando assim continuidade aos estudos anteriormente feitos, de José Alves Carneiro ainda no século XIX, passando
por Laurindo Costa, já nos inícios do século XX, Manuel Gonçalves Vidal ou Reynaldo dos Santos & Irene Quilhó.

Cada um destes autores criou a sua própria numeração para as marcas que divulgou, fazendo os seus próprios desenhos, tentando dar-lhes
uma cronologia e, na medida do possível, atribuir nomes que correspondessem a essas mesmas marcas.

Muitos erros foram cometidos, o que é perfeitamente aceitável tendo em conta os escassos meios técnicos e humanos, bem como o
desconhecimento da imensa quantidade de documentos perdidos nos mais diversos arquivos.

Foi Manuel Gonçalves Vidal quem deu corpo a uma exaustiva recolha de marcas de ourives, com os respectivos desenhos e dados mais ou
menos sumários, organizando-as por cidades mas não destrinçando entre ourives do ouro e ourives da prata. Seria Reynaldo dos Santos e
Irene Quilhó a fazê-lo, aquando da publicação, em 1960, do clássico "OURIVESARIA PORTUGUESA NAS COLECÇÕES PARTICULARES".

Com Fernando Moitinho de Almeida, é dado o passo definitivo na estruturação de uma base de dados dos ourives da prata, numerados por
cidades e descrevendo os objectos em que as marcas tinham sido observadas, ficando com um arquivo das mesmas que possibilita saber se
uma determinada peça já foi inventariada ou não.          
Quadro com as
Marcas da Contrastaria
de 1938 a 1984
Quadro com as
Marcas da Contrastaria
pós 1985
MARCAS MUNICIPAIS
SÉC. XV AO SÉC XIX
GLOSSÁRIO ILUSTRADO
DOS TERMOS MAIS UTILIZADOS
NO ÂMBITO DA MARCAÇÃO
DOS METAIS PRECIOSOS
Documento com as
Marcas Ourivesaria
na Europa

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Quadro com as
Marcas da Contrastaria
de 1887 a 1937
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