Saiba como se fazem
os objectos de
ourivesaria, do mais
puro artesanato à
alta tecnologia.
Um dos aspectos que consideramos fundamental nas artes decorativas é a imagem. Se no jornalismo a máxima de que uma boa imagem vale por mil palavras, na arte então vale
por um milhão. Acontece que os direitos de autor cobrados pelas imagens, principalmente pelas peças que estão em museus, estão a inviabilizar ao surgimento de novos e
melhores livros sobre arte, e se formos aos sites dos museus, com maior incidência no caso português, vemos que as poucas imagens fornecidas são de muito baixa qualidade,
não há fotos de pormenores e ninguém sabe o que está nas reservas. Pode ser uma forma de só quem trabalha a nível directivo nos museus poder editar livros, mas não foi
certamente com esse objectivo que muitos dos colecionadores doaram as suas obras, sendo que a maioria das outras foram adquiridas com o
nosso dinheiro.
Resta assim a consulta aos sites das leiloeiras, bem como de muitos antiquários, como forma de estudar e comparar peças. Só que a recolha de fotos está cada vez mais dificultada
e exige um esforço de  tempo e paciência enormes.  Esse esforço tem feito com que este site esteja bastante desactualizado, mas a médio prazo os resultados de todo este
trabalho virão a público, até lá as novidades virão de forma irregular e em menor quantidade do que desejamos, mas não estamos inactivos, bem pelo contrário.

Henrique Braga & Sofia Ruival




OURIVESARIA PORTUGUESA
WWW.OURIVESARIAPORTUGUESA.INFO
Um esqueleto em leilão...
e outro que sai de um armário
do Louvre...
Faça click na foto e descubra o que
muito um esqueleto tem para
contar...
Glossário dos Termos Técnicos
relacionados com a Ourivesaria
Continuação das notícias
Index 1
Candelabros B
Em 2012 foram propostos para leilão dois pares de candelabros de quatro lumes franceses, por pessoas
distintas, em que ambos apresentavam marcas do ourives  Edme Pierre Balzac, com marcas de Paris do ano
de 1745-46.  A primeira impressão é que havia algo que não batia certo. A base de dados de ourives que
estamos a fazer já incluía o ourives Pierre Balzac e dela não constava nenhum candelabro, mas somente
castiçais e com decoração não tanto rocaille – na Cabral Moncada tinha ido a leilão um par sem qualquer
trabalho de cinzel – enquanto estes dois pares apontavam para um trabalho mais no estilo de François Thomas
Germain.
Como temos a sorte de possuir em Portugal a extraordinária baixela Germain, a primeira etapa foi confrontar os
candelabros agora oferecidos com os existentes tanto no Palácio Nacional da Ajuda, como no Museu Nacional
de Arte Antiga. Uma sucessão de surpresas iria começar…
Candelabros "B", o segundo par proposto para leilão em
2012, exatamente iguais aos que tinham sido oferecidos
uns meses antes, só com ligeira diferença nos pesos.
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Já está publicado o segundo número da Revista Ourivesaria Portuguesa

Como habitualmente a mesma está disponibilizado nos sites da
Internet Archive, Scribd e ISSUU, bem como em Academia.edu
bastando pesquisar por ourivesaria portuguesa, ou então indo à página
deste Nº 2, para tal clicando em qualquer das fotos que ladeiam o texto,
onde pode ser lida online ou fazer o seu download.

Chamamos a atenção para os links que estão associados à generalidade das fotos,
por forma a serem melhor apreciadas, bem como a textos de que fizemos o upload       
por forma a enriquecer o conteúdo da revista, sendo que para tal recomendamos            
a sua leitura na Scribd ou o seu download.

Esperemos que o próximo número não tenha o atraso que este sofreu,
para isso já estamos a trabalhar afincadamente.

Boas leituras...